Por causa do inverno, as praias do litoral de São Paulo estão registrando aumento de águas-vivas e outros organismos gelatinosos.
O Grupamento de Bombeiros Marítimo (GBMar) alertou que, nessa época do ano, é comum observar o aumento das espécies na praia, principalmente devido às mudanças nas condições oceanográficas como frentes frias e ventos.







O Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC), entre os dias 16 de dezembro de 2023 e 28 de janeiro de 2024, registrou 16.634 ocorrências de lesões por água-viva em Santa Catarina
ReproduçãoCaravela-portuguesa no mar - Metrópoles
Getty Imagens/ Stephen FrinkAs águas-vivas possuem uma rede nervosa difusa, não centralizada, que coordena suas funções básicas, como movimento e resposta a estímulos.
Getty Imagens/Yiming ChenO nome da água-viva vem da cor dos chamados “braços orais” — estrutura localizada perto da boca — que têm tom violeta combinado a tentáculos avermelhados ou amarelos
LaSalle-Photo/Getty ImagesLeia também
A entrada de águas mais frias provenientes do sul e a dinâmica dos ecossistemas marinhos também contribuem para essa ocorrência.
Apesar de que águas-vivas são comumente encontradas nas águas marinhas, o GBMar recomenda que os banhistas evitem o contato o animal, mesmo quando parecem estar mortas na faixa de areia.
“Em caso de contato com águas-vivas e surgimento de sintomas como dor, ardência ou irritação na pele, a orientação é procurar atendimento junto aos postos de guarda-vidas e serviços de saúde para avaliação”, informa o GBMar.

