Antes do retorno da seleção argentina para Buenos Aires no dia 20 de julho, o FBI (Departamento Federal de Investigação) deteve o avião com a delegação e membros da AFA (Associação do Futebol Argentino) em Nova York. As autoridades americanas confiscaram pertences de Claudio Chiqui Tapia, presidente da Associação.
De acordo com o portal Infobae, além de Chiqui Tapia, Pablo Toviggino, tesoureiro da AFA, e os empresários Diego Lucero e Javier Faroni também tiveram seus pertences confiscados pelo FBI. O presidente da AFA e Toviggino são investigados por fraude e peculato.
Os dirigentes da Associação de Futebol Argentino devem comparecer no Tribunal Distrital da Flórida no dia 30 de julho. Os mandatários foram intimados pelas autoridades americanas pelo desvio de US$ 300 milhões (aproximadamente R$ 1,5 bilhão) através de empresas de fachada.




Chiqui Tapia, presidente da Associação de Futebol Argentino
Tomas Cuesta/picture alliance via Getty ImagesChiqui Tapia, presidente da Associação de Futebol Argentino
Tomas Cuesta/picture alliance via Getty ImagesPresidente da AFA, Chiqui Tapia.
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Uma dessas empresas é a TourProdEnter, que possui sede no estado da Flórida, nos Estados Unidos. A companhia é apontada como a principal empresa para Chiqui Tapia lavar dinheiro, desviando recursos de contratos de patrocínios. Ela foi criada pelo empresário Javier Faroni.
A AFA publicou um comunicado à imprensa para desmentir algumas informações publicadas. De acordo com o que foi mencionado pela Associação, Chiqui Tapia e Pablo Toviggino não foram intimados ao Tribunal na Flórida, mas sim uma terceira pessoa.

